Mostrando postagens com marcador Ementa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ementa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de março de 2012

ERU 419 – Ciências Sociais e Ambiente

Objetivos: Apresentar, a partir de uma perspectiva que envolva os conceitos de natureza, cultura, sociedade e tecnologia, elementos teóricos relativos à compreensão dos processos de abordagem, análise e interpretação das chamadas “questões ambientais”. A disciplina busca também, à medida do possível, focalizar a dimensão multidisciplinar como fator preponderante na análise dos temas relacionados ao meio ambiente, como expressão de uma convergência de elementos de ordem sociológica, agronômica e tecnológica, entre outros.

Procedimentos Didáticos: O curso será desenvolvido por meio de aulas expositivas acompanhadas de leitura de textos previamente determinados. A leitura dos textos é indispensável para o acompanhamento das aulas. Entre uma leitura e outra, os estudantes realizarão trabalhos em grupo em sala de aula sobre os temas tratados nas aulas anteriores. Estes testes totalizarão 25 pontos e serão realizados em sala de aula sem aviso prévio. Serão realizadas duas (02) provas em datas previamente estabelecidas, com valor total de 60 pontos, também serão distribuídos 15 pontos, a critério do professor, como participação e debate nas aulas. Não haverá prova substitutiva ou suplementar.


Programa do curso:


1. Sociedade e Natureza: a diversidade das relações entre homem e natureza
  • Sachs, Ignacy. Sociedade, cultura e meio ambiente, Rio de Janeiro, Mundo e Vida Social, 2 (1), 2000.


2. A natureza como fator de risco
  • GUIVANT, J. S., A teoria da sociedade de risco de Ulrich Beck: entre o diagnóstico e a profecia, Rio de Janeiro, Estudos Sociedade e Agricultura, 16, abril 200;
  • FRA PALEO, Ubano. El avance de de la gestión hacia la gobernanza del riesgo en un contexto de complejidad e incertidumbre, in FERREIRA NETO, J. A., SOUSA, D. N e MILAGRES, C.S. F., orgs. Recursos naturais, sistemas de informação geográfica e processos sociais, Viçosa, Suprema, 2010. 
  • FRA PALEO, Ubano, Información e incertidumbre en la planificación del riesgo, in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 


3. A natureza como fator de conflitos
  • BREDARIOL, C. S., Conflicto ambiental, equidad y sostenibilidade: el caso del Jardín Botánico de Rio de Janeiro, in FRA PAELO, U., e CRECENTE MASEDA, R. org. Las reservas de la biosfera como estrategia territorial de sostenibilidad, Lugo, Espanha, Universidade de Santiago de Compostela, 2011. 
  • CHRISTOFIDIS, D., Considerações sobre conflitos e uso sustentável em recusos hídricos, in THEODORO, S. H., org. Conflitos e uso sustentável dos recursos naturais, Rio de Janeiro: Garamond, 2002. 
  • DOULA, S. M., MUNIZ, J. N., Assentamento Urucum (MS); a gota d’água de um conflito ambiental, in. FERREIRA NETO, J. A., DOULA, S. M., Assentamentos rurais e meio ambiente no Brasil: atores sociais, processos produtivos e legislação, Viçosa : Suprema, 2006. 

4. Desenvolvimento e meio ambiente – algumas questões atuais
  • LASCHEFSKI, K., Potenciais e limites dos agrocombustíveis como incentivo para o desenvolvimento rural: experiências no norte de Minas Gerais. in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., C.S. F., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 
  • BARROS, H., RIBEIRO, P., VIEIRA, R., Pecuaria en la Amazonia: una actualización sobre la controversia ‘desarrollo X sostenibilidad’, in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 
  • MAGNO, L., DOULA, S. M., SOUSA, D. V., O (re) ordenamento territorial para a produção de etanol em São Paulo: uma análise dos desafios agrários e socioabientais. In FERREIRA NETO, J. A., SOUSA, D. N e MILAGRES, C.S. F., orgs. Recursos naturais, sistemas de informações geográfica e processos sociais, Viçosa, Suprema, 2010 

5. As práticas muldisciplinares na aboragem ambiental
  • FARIA, A., Sustentabilidade ambiental e geomática: princípios e aplicações, in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 
  • FERREIRA NETO, J. A, MILAGRES, C. S. F., SOUSA, D. N., MOREIRA, M. C. O., O uso do aplicativo SOTER e da cartgrafia social na organização territorial em projetos de reforma agrária, In: FERREIRA NETO, J. A., SOUSA, D. N e MILAGRES, C.S. F., orgs. Recursos naturais, sistemas de informação geográfica e processos sociais, Viçosa, Suprema, 2010.

Leia mais...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

ERU 415 - Ementa

SOCIOLOGIA APLICADA AO AGRONEGÓCIO

Objetivos: 

Apresentar, a partir de uma perspectiva que envolva os conceitos de cultura, história e sociedade, os principais argumentos teóricos relativos à compreensão do processo de modernização da agricultura brasileira, seus condicionantes e seus impactos sobre as relações de trabalho, sobre a produção e sobre a própria natureza. A disciplina busca também analisar os impactos da formação e consolidação dos complexos agroindustriais na transformação das relações sociais no campo, assim como no delineamento de um novo padrão de acumulação capitalista pela articulação entre campo e cidade.

Procedimentos Didáticos: 
O curso será desenvolvido por meio de aulas expositivas acompanhadas de leitura de textos previamente determinados. A leitura dos textos é indispensável para o acompanhamento das aulas. Entre uma leitura e outra, os estudantes realizarão trabalhos em grupo em sala de aula sobre os temas tratados nas aulas anteriores. Estes testes totalizarão 20 pontos e serão realizados em sala de aula sem aviso prévio. Serão realizadas três (03) provas em datas previamente estabelecidas, com valor total de 80 pontos (a primeira com valor de 30 pontos e as demais no valor de 25 pontos cada uma). Não haverá prova substitutiva ou suplementar.

Programa do curso: 1. Agricultura e desenvolvimento econômico – Agricultura, Sociedade e Economia.
  • SMITH, Adam. Inquérito sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações. (1776). Lisboa: Gulbenkian, 1982. Parte I, Caps. I, II e III. 
  • ABRAMOVAY, Ricardo. Paradigmas do Capitalismo Agrário em Questão, Campinas: Editora da Unicamp, 1992. Cap. 8 As particularidades da agricultura no desenvolvimento econômico. pp. 209 - 247. 
2. A Revolução Verde e os impactos na produção agrícola.
  • CLEAVER Jr., Harry M., As contradições da revolução verde, Texto originalmente publicado na Monthly Review, 24 (jun. 1972), pp. 80 - 111. 
3. O processo de Modernização da Agricultura brasileira e a formação do Complexo Agro-industrial – CAI.
  • DELGADO, G. C., Capital Financeiro e Agricultura no Brasil, São Paulo, HUCITEC/ ÍCONE, 1985. 
4. A apropriação industrial do processo de produção agrícola, a produção industrial de alimentos e de matérias-primas e a formação de novos mercados: o aproricionismo e o substitucionismo.
  • GOODMAN, D. et alii. Da lavoura às biotecnologias: agricultura e indústria no sistema internacional, Rio de Janeiro, Campus, 1990. 
  • MACIEL, Maria Eunice e MENASCHE, Renata, Alimentação e cultura, identidade e cidadania. Você tem fome de que?, Democracia Viva, Rio de Janeiro, número 16, junho de 2003. 
5. O mundo rural e a formação do agronegócio – do Fazendeiro ao Empresário Rural.
  • GIULIANI, Gian Mario, A profissionalização dos produtores rurais e a questão ambiental, Estudos Sociedade e Agricultura, Rio de Janeiro, número 9, outubro de 1997 (102 – 126). 
  • PAULA, Silvana G., Quando o campo se torna uma experiência urbana: o caso do estilo de vida country no Brasil, Estudos Sociedade e Agricultura, Rio de Janeiro, número 17, outubro de 2001 (33 - 53). 
  • CARNEIRO, Maria José, O ideal rurbano: campo e cidade no imaginário dos jovens rurais, in. DA SILVA, F. C. T., SANTOS, R., COSTA, L. F. C., (orgs.) Mundo Rural e Política: ensaios interdisciplinares, Rio de Janeiro, Campus, 1998. 
  • PAULA, Silvana G., Sociabilidade country: o campo na cidade, in. DA SILVA, F. C. T., SANTOS, R., COSTA, L. F. C., (orgs.) Mundo Rural e Política: ensaios interdisciplinares, Rio de Janeiro, Campus, 1998. 
6. Sustentabilidade, agricultura familiar e reforma agrária: os limites da agricultura convencional.
  • GRAZIANO da SILVA, J. Agricultura sustentável: um novo paradigma ou um novo movimento social?, In. ALMEIDA, J. e NAVARRO, Z., Reconstruindo a agricultura: idéias e ideais na perspectiva do desenvolvimento rural sustentável, Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 1997 (pp 106 – 127) 
  • VEIGA, J. Eli, Problemas da transição à Agricultura Sustentável, São Paulo, Estado e Economia, V. 24, No Especial, 1994. 
  • Texto sobre reforma agrária e assentamentos rurais 
  • ANJOS, Flávio Sacco dos, Pluriativiade e ruralidade: enigmas e falsos dilemas, Estudos Sociedade e Agricultura, Rio de Janeiro número 17, outubro de 2001 (33 - 53)

Leia mais...

ERU 173 – Ementa

Teoria Cooperativista II – Sociologia da Cooperação

2º SEMESTRE DE 2011

Objetivos: 
O objetivo do curso é apresentar uma visão crítica do processo de construção da cooperação e da ação coletiva. Para tanto, o curso toma como referência inicial o conceito de classe expresso na tradição marxista e utiliza referencial teórico das Ciências Sociais, que se fundamenta em conceitos como: escolha racional, interesses, indivíduos, desejos, oportunidades, incentivos, capital social, confiança, reciprocidade etc. Assim, o curso tem por objetivo, por meio da discussão desses conceitos, apontar mecanismos e processos que envolvem a construção da cooperação e/ou que, por outro lado, a impedem ou dificultam.

Procedimentos Didáticos: O curso será desenvolvido por meio de aulas e seminários, acompanhados de leituras previamente estabelecidas. A leitura dos textos é indispensável ao bom andamento das aulas. Entre uma leitura e outra os estudantes realizarão trabalhos escritos em grupo, com consulta e em sala de aula (a que chamaremos de “testinhos”) sobre temas tratados nas aulas precedentes. Estes testes totalizarão 20 pontos em conjunto. Serão realizadas também três (03) provas individuais e sem consulta, a primeira com valor de 30 pontos e as duas seguintes com valor de 25 pontos cada. Não haverá prova substitutiva.

Programa do Curso:
1ª. Parte
1. O conceito de classe como elemento de referência das ações coletivas no mundo do trabalho.
  • MARX, Karl, Manifesto do Partido Comunista, in. MARX, K e ENGELS, Friedrich, Textos – Volume III, São Paulo: Editora Alfa-Omega, 1977. 
  • ELSTER, Jon. Marx Hoje, Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1989. Capítulo 7: Consciência de classe e luta de classes. 
2. Sociedade e Indivíduo
  • ELIAS, N., A sociedade dos indivíduos, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1994.(pp 13 –26) 
3.  O conceito weberiano de ação social e o individualismo metodológico
  • WEBER, Max, Economia e Sociedade, Brasília: Editora da UnB, 2000, volume 1, páginas 13 – 19. 
  • ELSTER, Jon. Marxismo, funcionalismo e teoria dos Jogos, São Paulo, Lua Nova, no 17, junho 1989. 
2ª. Parte - aguarde atualização

Leia mais...

terça-feira, 26 de abril de 2011

ERU 315 - Ementa - Turma 2

EMENTA 
A divisão do trabalho e os efeitos da revolução industrial na visão dos clássicos. Tecnologia, sociedade e processos de trabalho: a moderna produção de massa e a organização fordista do trabalho. Trabalhos invisíveis: trabalho informal, produção familiar, trabalho feminino. Profissões e identidade social no mundo do trabalho.

OBJETIVOS
O objetivo do curso é apresentar uma visão crítica das diferentes formas pelas quais as Ciências Sociais têm interpretado teoricamente o significado da categoria analítica trabalho, assim como suas transformações nas sociedades contemporâneas. O curso pretende instrumentalizar os alunos com um aparato conceitual e interpretativo que lhes permita interpretar o significado do trabalho na organização da sociedade e da cultura modernas e, assim, refletir acerca de seu próprio lugar no mundo. O curso será desenvolvido por meio de aulas expositivas, acompanhadas de leituras previamente estabelecidas. A leitura dos textos é indispensável ao bom andamento das aulas.

Unidades e Assuntos
Aulas Teóricas 

1. Introdução à sociologia do trabalho. Conceitos de trabalho. Questões centrais do mundo do trabalho hoje.   
    1.1. Sociologia do trabalho: principais autores.
    1.2. Perspectivas acerca do que é o trabalho.
    1.3. Os males advindos com as mudanças no mundo do trabalho.

Bibliografia básica:
1º) RAMALHO, José Ricardo e SANTANA, Marco Aurélio. (2004), Sociologia do trabalho no mundo contemporâneo. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor.
2º) ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. São Paulo: Brasiliense, 1987. (Coleção Primeiros Passos).

Bibliografia complementar:
3º) SCHWARTZ, Gilson. As profissões do futuro. São Paulo: Publifolha, 2000. 107p. (Folha Explica, 11).
4º) SENNET, Richard. A corrosão do caráter. Tradução Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: São Paulo: Record, 2005. 204p. (cap. 01 e 02)
5º) BOSI, Antônio de Pádua. 2008. “A organização capitalista do trabalho ‘informal’: o caso dos catadores de recicláveis”. RBCS, vol. 23, nº 67.
6º) ALCÂNTARA et alli. 2010. “Precarização e alternativas de renda”.

2. Tempo, divisão de trabalho, modo de produção capitalista: o nascimento da fábrica moderna. 
Bibliografia básica:
1º) MARX, Karl. Da manufatura à fábrica automática. In: In: GORZ, André (Editor). Crítica da divisão do trabalho. 3ª ed., 2ª tiragem. Tradução J. Molitor. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 248p. P.21-36.
2º) MARGLIN, Stephen. Origens e funções do parcelamento das tarefas (para que servem os patrões?). Tradução Marie-France Lacoue-Labarthe. In: GORZ, André (Editor). Crítica da divisão do trabalho. 3ª ed., 2ª tiragem. Tradução Estela de Santos Abreu. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 248p. P.37-77.
3º) SADER, Emir. A exploração. In: SADER, Emir (Org.). 7 pecados do capital. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. 321p. Pp.57-77.
4º) ARAÚJO, Alcione. O roubo do tempo. In: SADER, Emir (Org.). 7 pecados do capital. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. 321p. Pp. 121-161.
5º) HOBSBAWM, Eric J. Os trabalhadores – estudos sobre a história do operariado. 2ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000. 445p. (Pensamento Crítico, 45). Cap. 2: “Os destruidores de máquinas”, pp. 17-35.

Bibliografia complementar:
DE MASI, Domenico. O ócio criativo. Rio de Janeiro, Sextante, 2000.
DURKHEIM, Émile. (1999), Da divisão do trabalho social. São Paulo, Martins Fontes.
LAFARGUE, Paul. O direito à preguiça.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala.
BRENNER, Robert. (1999), “A crise emergente do capitalismo mundial: do neoliberalismo à depressão?”. In.: Outubro, nº 03, Xamã, São Paulo.
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social. Rio de Janeiro, Vozes, 1998.
DRUCK, Maria da Graça. Terceirização: (des) fordizando a fábrica. São Paulo, Boitempo, 1999.
ELIAS, Norbert. Sobre o tempo. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1988.
DOMINGUES, José Maurício. (2001), Sociologia e modernidade: para entender a sociedade contemporânea. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira. (cap. 02)
THOMPSON, Edward P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. Tradução de Rosaura Eichemberg. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. 493p.
SMITH, Adam. Inquérito sobre a natureza e as causas da riqueza das nações. Tradução de Norberto de Paula Lima. São Paulo: Hemus, 1981. 514p.

3. Fordismo. Taylorismo. Organizações do trabalho. Reestruturação produtiva. Corporações. 
    3.1. Terceirização.
    3.2. Flexibilização do trabalho.

Bibliografia básica:
1º) ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo, Boitempo, 1999. (até a página 115) (da introdução ao capítulo 06)
2º) BAKAN, Joel. A corporação: a busca patológica por lucro e poder. Tradução Camila Werner. São Paulo: Novo Conceito Editora, 2008. 272p.
3º) BARROS, Lúcio. O novo e o velho: o processo produtivo em discussão. Impulso: Revista de Ciências Sociais e Humanas, n.10, p.22-33, 1998.

Bibliografia complementar:
CHANDLER, Alfred. Introdução a The Visible Hand. In: McCRAW, Thomas (org.). Alfred Chandler: Ensaios para uma teoria histórica da grande empresa. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1998. pp. 247-60.
WOMACK, James; JONES, Daniel & ROOS, Daniel. A Máquina que Mudou o Mundo. 13 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 11ª ed. São Paulo: Cortez; Campinas: Editora da Unicamp, 2006. 200p.

4. Novos sentidos e novas configurações do mundo do trabalho. Precarização das relações de trabalho: contexto atual e alternativas.   
    4.1. Flexibilização e precarização do trabalho.
    4.2. Subordinação jurídica no vínculo empregatício e empreendedorismo.
    4.3. Solidariedade e autogestão.

Bibliografia básica:
1º) SENNET, Richard. A cultura do novo capitalismo. Tradução Clóvis Marques. Rio Janeiro: São Paulo: Record, 2006. 189p.
2º) COSTA, Márcia da Silva. O sistema de relações de trabalho no Brasil: alguns traços históricos e sua precarização atual. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Campinas, v.20, n.59, p.112-132, out. 2005.
3º) TOMMASI, Lívia de. Preocupações e polêmicas marcam o direito ao trabalho. Democracia Viva, Rio de Janeiro, n.30, p. 34-38, jan./mar. 2006.

Bibliografia complementar:
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 6 ed. São Paulo: Boitempo Editorial, 2002.
NOVAES, Regina e VANNUCHI, Paulo (Orgs.), Juventude e sociedade: trabalho, educação, cultura e participação. São Paulo, Fundação Perseu Abramo/Instituto Cidadania, 2004, 304 pp.
VERARDO, Luigi. Transformações do mundo do trabalho e economia solidária. Mercado de Trabalho, Brasília, n.24, p. 9-11, ago. 2004

Leia mais...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

ERU 315 - T1 - Ementa

Objetivos e Procedimentos Didáticos:

O objetivo do curso é apresentar uma visão crítica das diferentes formas pelas quais as Ciências Sociais têm interpretado teoricamente o significado da categoria analítica trabalho, assim como suas transformações na sociedade contemporânea. O curso pretende instrumentalizar os alunos com um aparato conceitual e interpretativo que lhes permita interpretar o significado do trabalho na organização da sociedade e da cultura modernas e, assim, refletir acerca de seu próprio lugar no mundo.

O curso será desenvolvido por meio de aulas expositivas, acompanhadas de leituras previamente estabelecidas. A leitura dos textos é indispensável ao bom andamento das aulas. Entre uma leitura e outra os estudantes realizarão trabalhos escritos em grupo, com consulta e em sala de aula (a que chamaremos de “testinhos”) sobre temas tratados nas aulas precedentes. Estes testes totalizarão 20 pontos. Serão realizadas também três provas individuais e sem consulta, com valor de 30 pontos ao final da primeira unidade e de 25 pontos, ao final da segunda e terceira unidades. Não haverá teste ou prova substitutiva, nem será permitida a realização de provas ou testes em horários ou turmas diferentes daqueles em que o aluno estiver matriculado.


Programa do Curso:

1.      Disciplina, Divisão do Trabalho e Capitalismo: O Nascimento da Fábrica Moderna
THOMPSON, Edward P. Tempo, Disciplina de Trabalho e Capitalismo Industrial In: Costumes em Comum. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
SMITH, Adam. Inquérito sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações. (1776) Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1981. Caps. I, II e III.
MARX, Karl. O Capital. 8a ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982. (capítulos selecionados)
MARGLIN, Stephen. Origens e Funções do Parcelamento das Tarefas (Para que servem os patrões?). In: GORZ, André (ed.). Crítica da Divisão do Trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1980.

2. Organização do Trabalho e Modelos de Reestruturação Produtiva: Produção de Massa e Produção Flexível
2.1. A Formação da Moderna Corporação e seus Métodos de Gestão do Trabalho
CHANDLER, Alfred. Introdução a The Visible Hand. In: McCRAW, Thomas (org.). Alfred Chandler: Ensaios para uma Teoria Histórica da Grande Empresa. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1998. pp. 247-60.

2.2. O Taylorismo, o Fordismo e o Toyotismo
BRAVEMAN, Henry. Gerência Científica. In: Trabalho e Capital Monopolista. A Degradação do Trabalho no Século XX. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.
BARROS Lúcio, O Novo e o Velho: o Trabalho e o Processo Produtivo em Discussão, Impulso, Revista de Ciências Sociais e Humanas, 10 (22 – 33), 1998.

3. O Mundo do Trabalho no Brasil
OLIVEIRA, Eurenice, Processo de trabalho e “toyotismo” no Brasil, in. Toyotismo no Brasil: desencantamento da fábrica, envolvimento e resistência. São Pulo: Expressão Popular, 2004.
PAIVA, Vanilda, Escolariade: seguro contra o desemprego? Democracia Viva, Rio de Janeiro, número 21, maio de 2004 (26 - 33)

4. Novas questões no mundo do trabalho
RIFKIN, Jeremy, O fim dos empregos: o declínio inevitável dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho, São Paulo : Makron Books, 1995. Capítulos 1, 7 e 8.

Leituras adicionais:
AGIER, Michel & GUIMARÃES, Antônio Sérgio. Técnicos e Peões: A Identidade Ambígua. In: Guimarães, A.S., Agier, M. & Castro, N. (orgs.). Imagens e Identidades do Trabalho no Brasil. São Paulo: Hucitec, 1995. p. 39-74.
FORD, Henry, Minha vida e minha obra, São Paulo: Companhia Graphico-editora Monteiro Lobato, 1922.
BENTHAM, Jeremy. O Panoptico, ou a Casa de Inspeção (1787) In: Silva, Tomaz Tadeu (org.). O Panóptico. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. p. 13-74
BEYNON, Hugh. Trabalhando para a Ford. Trabalhadores e Sindicalistas na Indústria Automobilística. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. caps. 1, 5 e 6.
BRUMER, Anita, O sexo da ocupação: considerações teóricas sobre a inserção da mão de obra feminina na força de trabalho, Rio de Janeiro, RBCS no. 8 vol.3 out. 1998. pp 20 a 37.
BUONFIGLIO, Maria e DOWLING, Juan Alfonso, Flexibilidade das relações de trabalho e precarização: uma análise comparativa, Caxambu, XXIV Encontro da ANPOCS, GT 20, 2000.
CASTRO, Nadya Araújo & LEITE, Márcia de Paula. A Sociologia do Trabalho Industrial no Brasil: Desafios e Interpretações. BIB: Boletim de Informação Bibliográfica. Rio de Janeiro, 37(1), 1994. p. 39-59.
CORIAT, Benjamin. Pensar pelo Avesso: O Modelo Japonês de Trabalho e Organização. Rio de Janeiro: Revan/UFRJ, 1994.
COMIM, Álvaro, CARDOSO, Adalberto & CAMPOS, André Gambier. As Bases Sociais do Sindicalismo Metalúrgico. In: Arbix, Glauco & Zilbovicius, Mauro. De JK a FHC: A Reinvenção dos Carros. São Paulo: Scritta, 1997. p. 413-448.
LAVINAS, Lena, Emprego feminino: o que há de novo e o que se repete., Rio de Janeiro, DADOS – Revista de Ciências Sociais, Vol. 40 no. 1, 1997, 00. 41 a 67.
LOPES, José Sérgio Leite. O Vapor do Diabo: O Trabalho dos Operários do Açúcar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976. caps. I e II.
OLIVEIRA, Eurenice, Processo de trabalho e “toyotismo” no Japão, in. Toyotismo no Brasil: desencantamento da fábrica, envolvimento e resistência. São Pulo: Expressão Popular, 2004.
RAMALHO, Ricardo José, Precarização do trabalho e impasses da organização coletiva no Brasil, In., Neoliberalismo, trabalho e sindicatos: reestruturação produtiva no Brasil e na Inglaterra, São Paulo: Boitempo editorial, 2002., (pp 85 – 114)
TAYLOR, Frederick. Princípios de Administração Científica. São Paulo: Atlas, 1990.
WOMACK, James; JONES, Daniel & ROOS, Daniel. A máquina que mudou o mundo. 13a. ed. Rio de Janeiro : Campus.

Leia mais...

  ©Blog das ERU - Todos os direitos reservados.

Template by Dicas Blogger | Topo