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segunda-feira, 26 de março de 2012

ERU 419 – Ciências Sociais e Ambiente

Objetivos: Apresentar, a partir de uma perspectiva que envolva os conceitos de natureza, cultura, sociedade e tecnologia, elementos teóricos relativos à compreensão dos processos de abordagem, análise e interpretação das chamadas “questões ambientais”. A disciplina busca também, à medida do possível, focalizar a dimensão multidisciplinar como fator preponderante na análise dos temas relacionados ao meio ambiente, como expressão de uma convergência de elementos de ordem sociológica, agronômica e tecnológica, entre outros.

Procedimentos Didáticos: O curso será desenvolvido por meio de aulas expositivas acompanhadas de leitura de textos previamente determinados. A leitura dos textos é indispensável para o acompanhamento das aulas. Entre uma leitura e outra, os estudantes realizarão trabalhos em grupo em sala de aula sobre os temas tratados nas aulas anteriores. Estes testes totalizarão 25 pontos e serão realizados em sala de aula sem aviso prévio. Serão realizadas duas (02) provas em datas previamente estabelecidas, com valor total de 60 pontos, também serão distribuídos 15 pontos, a critério do professor, como participação e debate nas aulas. Não haverá prova substitutiva ou suplementar.


Programa do curso:


1. Sociedade e Natureza: a diversidade das relações entre homem e natureza
  • Sachs, Ignacy. Sociedade, cultura e meio ambiente, Rio de Janeiro, Mundo e Vida Social, 2 (1), 2000.


2. A natureza como fator de risco
  • GUIVANT, J. S., A teoria da sociedade de risco de Ulrich Beck: entre o diagnóstico e a profecia, Rio de Janeiro, Estudos Sociedade e Agricultura, 16, abril 200;
  • FRA PALEO, Ubano. El avance de de la gestión hacia la gobernanza del riesgo en un contexto de complejidad e incertidumbre, in FERREIRA NETO, J. A., SOUSA, D. N e MILAGRES, C.S. F., orgs. Recursos naturais, sistemas de informação geográfica e processos sociais, Viçosa, Suprema, 2010. 
  • FRA PALEO, Ubano, Información e incertidumbre en la planificación del riesgo, in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 


3. A natureza como fator de conflitos
  • BREDARIOL, C. S., Conflicto ambiental, equidad y sostenibilidade: el caso del Jardín Botánico de Rio de Janeiro, in FRA PAELO, U., e CRECENTE MASEDA, R. org. Las reservas de la biosfera como estrategia territorial de sostenibilidad, Lugo, Espanha, Universidade de Santiago de Compostela, 2011. 
  • CHRISTOFIDIS, D., Considerações sobre conflitos e uso sustentável em recusos hídricos, in THEODORO, S. H., org. Conflitos e uso sustentável dos recursos naturais, Rio de Janeiro: Garamond, 2002. 
  • DOULA, S. M., MUNIZ, J. N., Assentamento Urucum (MS); a gota d’água de um conflito ambiental, in. FERREIRA NETO, J. A., DOULA, S. M., Assentamentos rurais e meio ambiente no Brasil: atores sociais, processos produtivos e legislação, Viçosa : Suprema, 2006. 

4. Desenvolvimento e meio ambiente – algumas questões atuais
  • LASCHEFSKI, K., Potenciais e limites dos agrocombustíveis como incentivo para o desenvolvimento rural: experiências no norte de Minas Gerais. in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., C.S. F., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 
  • BARROS, H., RIBEIRO, P., VIEIRA, R., Pecuaria en la Amazonia: una actualización sobre la controversia ‘desarrollo X sostenibilidad’, in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 
  • MAGNO, L., DOULA, S. M., SOUSA, D. V., O (re) ordenamento territorial para a produção de etanol em São Paulo: uma análise dos desafios agrários e socioabientais. In FERREIRA NETO, J. A., SOUSA, D. N e MILAGRES, C.S. F., orgs. Recursos naturais, sistemas de informações geográfica e processos sociais, Viçosa, Suprema, 2010 

5. As práticas muldisciplinares na aboragem ambiental
  • FARIA, A., Sustentabilidade ambiental e geomática: princípios e aplicações, in FERREIRA NETO, J. A., EINLOFT, C. J. e GONÇALVES, R. L., orgs. Desenvolvimento rural, sustentabilidade e ordenamento territorial, Viçosa, Suprema, 2011. 
  • FERREIRA NETO, J. A, MILAGRES, C. S. F., SOUSA, D. N., MOREIRA, M. C. O., O uso do aplicativo SOTER e da cartgrafia social na organização territorial em projetos de reforma agrária, In: FERREIRA NETO, J. A., SOUSA, D. N e MILAGRES, C.S. F., orgs. Recursos naturais, sistemas de informação geográfica e processos sociais, Viçosa, Suprema, 2010.

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Algo sobre Jon Elster

Jon Elster, nascido em Oslo, em 22 de fevereiro de 1940, é um filósofo norueguês radicado nos Estados Unidos, notável expoente do marxismo analítico e um crítico da economia neoclássica. É também membro do departamento de História da Universidade de Oslo.

Clique aqui para ler uma resenha da obra Marx Hoje, por Carlos Eduardo Baesse de Souza, Professor do Departamento de Ciência Política da UFMG, no site da ANPOCS.

Clique aqui para ler o artigo Marxismo, funcionalismo e teoria dos jogos, de Jon Elster, direto do site da Scielo.

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Manifesto do Partido Comunista

Capa do Manifesto Comunista.
Clique para ampliar.
O Manifesto Comunista, originalmente denominado Manifesto do Partido Comunista (em alemão: Manifest der Kommunistischen Partei), publicado pela primeira vez em 21 de Fevereiro de 1848, é históricamente um dos tratados políticos de maior influência mundial. Comissionado pela Liga dos Comunistas e escrito pelos teóricos fundadores do socialismo científico Karl Marx e Friedrich Engels, expressa o programa e propósitos da Liga.
Clique aqui para outras curiosidades sobre esta obra (Wikipédia).

Leia, salve ou imprima o Manifesto do Partido Comunista completo clicando aqui direto da Scielo Brazil.

Clique aqui para ver a Biografia de Marx e também para acessar a obra O Capital.

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terça-feira, 7 de junho de 2011

O roubo do tempo

Alcione Araújo*

Nos primórdios do capitalismo industrial - a relação homem-máquina ainda não tinha um vitorioso - não era pacifico que o trabalho rotineiro fosse um mal em si. Em meados do século XVIII, por exemplo, ganhou destaque o antagonismo dos pontos de vista de dois luminares da época: um francês e o outro inglês. Na sua Enciclopédia, publicada entre 1751 e 1772, Denis Diderot afirma que o trabalho rotineiro é como um método de aprendizagem por repetição - então usual. Já Adam Smith, no seu livro A riqueza das nações, publicado em 1776, afirma que: “A rotina embrutece o espírito. Pelo menos da forma organizada no capitalismo emergente, parecia negar qualquer relação entre o trabalho comum e o papel positivo da repetição na criação do produto.”

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Pecado capital do capitalismo: a exploração

EMIR SADER*

Explorar, no seu sentido mais geral, significa fazer uso de algo para um fim determinado, como quando se explora um recurso natural para benefício próprio. Por exemplo, quando se queima madeira para fazer fogo, se está explorando as florestas para cozinhar ou para se proteger do frio.
Se, porém, nos valemos da ação de outra pessoa para beneficio próprio, estamos explorando essa pessoa. Se essa pessoa é fraca, desvalida, não tem formas de resistência e de se submeter à nossa ação sobre ela, estamos fazendo algo moralmente condenável, estamos explorando um ser humano, estamos tratando-o como coisa, como instrumento de um fim nosso e não como pessoa. Como veremos, através da exploração estamos não somente tirando um benefício para nós mas também oprimindo outro ser humano, fazendo dele um objeto para nossa satisfação. Ele se torna uma espécie de árvore que queimamos para nos aquecer ou para suprir nossa fome.

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domingo, 15 de maio de 2011

A organização capitalista do trabalho ‘informal’: o caso dos catadores de recicláveis


Scientific Electronic Library Online

Artigo completo na Scielo. Clique aqui pra ler.
Este artigo é resultado parcial da pesquisa “A organização capitalista do trabalho ‘informal’: um estudo sobre os catadores de recicláveis do Extremo Oeste do Paraná”, desenvolvida com o apoio material e financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico — CNPq. Na fase do levantamento e da produção de dados, essa pesquisa contou com as contribuições dos alunos inscritos na Iniciação Científica: Cíntia Fiorotti, Sônia Pelisser, Maralice Maschio, Fernando Henrique de Souza Paz e Francisco Voll.

Referência: BOSI, Antônio de Pádua. 2008. “A organização capitalista do trabalho ‘informal’: o caso dos catadores de recicláveis”. RBCS, vol. 23, nº 67.

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A corrosão do caráter

Sennett desafia o leitor a decidir se a flexibilização do capitalismo moderno oferece um ambiente melhor para o crescimento pessoal ou se é apenas uma nova forma de opressão (Descrição da Livraria Saraiva).

Veja aqui o livro completo no Scribd.
PDF completo no 4Shared.

Resenha no Caderno CRH da Universidade Federal da Bahia.
Resenha na Revista Contemporânea.
Resumo do livro no NetSaber.

Referência: SENNETT, Richard. A corrosão do caráter. Tradução Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: São Paulo: Record, 2005. 204p. (cap. 01 e 02)

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Escolaridade: seguro contra desemprego?

Quais as relações entre o grau de instrução da população de um país e o seu desenvolvimento econômico? A partir da segunda metade do século XX, a conexão entre os dois pólos se evidenciou. No entanto, a afirmação de que a educação conduziria a salários mais elevados tornou-se problemática. Como pensar a questão hoje? Confira o artigo da educadora Vanilda Paiva (extraído do sumário de textos do iBase).

Clique aqui para ler o artigo completo no site da iBase.

Referência: PAIVA, Vanilda, Escolaridade: seguro contra o desemprego? Democracia Viva, Rio de Janeiro, número 21, maio de 2004 (26 - 33)

Ilustração extraída do Blog da Moura Encantada.

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Impulso, volume 10


A Revista de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Metodista de Piracicaba, Impulso, em seu volume 10, trás, dentre outros artigos, O Novo e o Velho: o Trabalho e o Processo Produtivo em Discussão, de Lúcio Barros. Clique na imagem (ou aqui) para acessar e ler na tela, ou mesmo baixar a revista completa em pdf, direto do site da Unimep.

Referência: BARROS Lúcio, O Novo e o Velho: o Trabalho e o Processo Produtivo em Discussão, Impulso, Revista de Ciências Sociais e Humanas, 10 (22-33), 1998.

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

O capital


Karl Heinrich Marx (Tréveris, 5 de maio de 1818 — Londres, 14 de março de 1883) foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista.

O pensamento de Marx influencia várias áreas, tais como Filosofia, História, Direito, Sociologia, Literatura, Pedagogia, Ciência Política, Antropologia, Biologia, Psicologia, Economia, Teologia, Comunicação, Administração, Design, Arquitetura, Geografia e outras.

Clique aqui e veja O Capital completo. Navegue pelo índice.
Clique aqui para baixar O Capital completo em pdf do 4Shared.

Leituras complementares:
Clique aqui e veja a biografia completa.
Clique aqui e veja uma versão de O Capital em quadrinhos, em português.

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A riqueza das nações

Adam Smith
Mestre da escola clássica da economia, é influenciado por Hutcheson, Hume, Mandeville e pela escola escocesa de Ferguson. Defende o princípio da divisão do trabalho. Na base do respectivo pensamento está o princípio hedonístico do interesse pessoal, segundo o qual os homens procuram melhorar a sua situação económica, procurando o máximo de satisfação com o mínimo de esforço, salientando que os motivos egoísticos e a espontaneidade das instituições realizam inconscientemente a providência. O Inquiry, de 1776, teve até ao final do século cinco edições inglesas e quatro traduções francesas.

Clique aqui para ver o Inquérito sobre a natureza e as causas da riqueza das nações completo  no Google Books.

Leituras relacionadas:
Clique aqui para ler a biografia completa.
Clique aqui para ler uma resenha sobre A riqueza das nações.
Clique aqui para ler uma tese de mestrado sobre o tema.

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Costumes em comum

THOMPSON, Edward P. Tempo, Disciplina de Trabalho e Capitalismo Industrial In: Costumes em Comum. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

Com este livro E. P. Thompson (1924-93) concluiu sua obra sobre história do trabalho, motins, radicalismo, crime, costume, lei, sedição e cultura populares, universos de pesquisa que formam o campo de estudos conhecido como "história a partir de baixo. Em constante diálogo com a antropologia, o direito e a economia, Thompson analisa hábitos dos setores populares britânicos, como a defesa do uso comunal das terras quando da intensificação do processo de cercamentos, a venda da esposa em leilão como estratégia de divórcio, as novas noções de tempo trazidas pelo capitalismo industrial ou a cruel punição aplicada a quem desrespeitasse as regras dos vilarejos. Esses costumes e tradições são estudados aqui como defesas de direitos imemoriais ou estratégias de manipulação da lei numa sociedade que se defrontava com as novas imposições do capitalismo (extraído do site da editora).

Clique aqui para ver o livro completo no Google Books.
Clique aqui para ler Tempo, Disciplina de Trabalho e Capitalismo Industrial completo no Scribd.
Clique aqui para ler uma resenha do livro.

Leituras relacionadas:
Clique aqui para ver um interessante trabalho intitulado A contribuição de E. P. Thompson para a apreensão dos saberes produzidos do/no trabalho.
Clique aqui para ler um trabalho intitulado O tempo de trabalho no capitalismo.

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

ERU 315 - T1 - Ementa

Objetivos e Procedimentos Didáticos:

O objetivo do curso é apresentar uma visão crítica das diferentes formas pelas quais as Ciências Sociais têm interpretado teoricamente o significado da categoria analítica trabalho, assim como suas transformações na sociedade contemporânea. O curso pretende instrumentalizar os alunos com um aparato conceitual e interpretativo que lhes permita interpretar o significado do trabalho na organização da sociedade e da cultura modernas e, assim, refletir acerca de seu próprio lugar no mundo.

O curso será desenvolvido por meio de aulas expositivas, acompanhadas de leituras previamente estabelecidas. A leitura dos textos é indispensável ao bom andamento das aulas. Entre uma leitura e outra os estudantes realizarão trabalhos escritos em grupo, com consulta e em sala de aula (a que chamaremos de “testinhos”) sobre temas tratados nas aulas precedentes. Estes testes totalizarão 20 pontos. Serão realizadas também três provas individuais e sem consulta, com valor de 30 pontos ao final da primeira unidade e de 25 pontos, ao final da segunda e terceira unidades. Não haverá teste ou prova substitutiva, nem será permitida a realização de provas ou testes em horários ou turmas diferentes daqueles em que o aluno estiver matriculado.


Programa do Curso:

1.      Disciplina, Divisão do Trabalho e Capitalismo: O Nascimento da Fábrica Moderna
THOMPSON, Edward P. Tempo, Disciplina de Trabalho e Capitalismo Industrial In: Costumes em Comum. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
SMITH, Adam. Inquérito sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações. (1776) Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1981. Caps. I, II e III.
MARX, Karl. O Capital. 8a ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982. (capítulos selecionados)
MARGLIN, Stephen. Origens e Funções do Parcelamento das Tarefas (Para que servem os patrões?). In: GORZ, André (ed.). Crítica da Divisão do Trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1980.

2. Organização do Trabalho e Modelos de Reestruturação Produtiva: Produção de Massa e Produção Flexível
2.1. A Formação da Moderna Corporação e seus Métodos de Gestão do Trabalho
CHANDLER, Alfred. Introdução a The Visible Hand. In: McCRAW, Thomas (org.). Alfred Chandler: Ensaios para uma Teoria Histórica da Grande Empresa. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1998. pp. 247-60.

2.2. O Taylorismo, o Fordismo e o Toyotismo
BRAVEMAN, Henry. Gerência Científica. In: Trabalho e Capital Monopolista. A Degradação do Trabalho no Século XX. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.
BARROS Lúcio, O Novo e o Velho: o Trabalho e o Processo Produtivo em Discussão, Impulso, Revista de Ciências Sociais e Humanas, 10 (22 – 33), 1998.

3. O Mundo do Trabalho no Brasil
OLIVEIRA, Eurenice, Processo de trabalho e “toyotismo” no Brasil, in. Toyotismo no Brasil: desencantamento da fábrica, envolvimento e resistência. São Pulo: Expressão Popular, 2004.
PAIVA, Vanilda, Escolariade: seguro contra o desemprego? Democracia Viva, Rio de Janeiro, número 21, maio de 2004 (26 - 33)

4. Novas questões no mundo do trabalho
RIFKIN, Jeremy, O fim dos empregos: o declínio inevitável dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho, São Paulo : Makron Books, 1995. Capítulos 1, 7 e 8.

Leituras adicionais:
AGIER, Michel & GUIMARÃES, Antônio Sérgio. Técnicos e Peões: A Identidade Ambígua. In: Guimarães, A.S., Agier, M. & Castro, N. (orgs.). Imagens e Identidades do Trabalho no Brasil. São Paulo: Hucitec, 1995. p. 39-74.
FORD, Henry, Minha vida e minha obra, São Paulo: Companhia Graphico-editora Monteiro Lobato, 1922.
BENTHAM, Jeremy. O Panoptico, ou a Casa de Inspeção (1787) In: Silva, Tomaz Tadeu (org.). O Panóptico. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. p. 13-74
BEYNON, Hugh. Trabalhando para a Ford. Trabalhadores e Sindicalistas na Indústria Automobilística. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. caps. 1, 5 e 6.
BRUMER, Anita, O sexo da ocupação: considerações teóricas sobre a inserção da mão de obra feminina na força de trabalho, Rio de Janeiro, RBCS no. 8 vol.3 out. 1998. pp 20 a 37.
BUONFIGLIO, Maria e DOWLING, Juan Alfonso, Flexibilidade das relações de trabalho e precarização: uma análise comparativa, Caxambu, XXIV Encontro da ANPOCS, GT 20, 2000.
CASTRO, Nadya Araújo & LEITE, Márcia de Paula. A Sociologia do Trabalho Industrial no Brasil: Desafios e Interpretações. BIB: Boletim de Informação Bibliográfica. Rio de Janeiro, 37(1), 1994. p. 39-59.
CORIAT, Benjamin. Pensar pelo Avesso: O Modelo Japonês de Trabalho e Organização. Rio de Janeiro: Revan/UFRJ, 1994.
COMIM, Álvaro, CARDOSO, Adalberto & CAMPOS, André Gambier. As Bases Sociais do Sindicalismo Metalúrgico. In: Arbix, Glauco & Zilbovicius, Mauro. De JK a FHC: A Reinvenção dos Carros. São Paulo: Scritta, 1997. p. 413-448.
LAVINAS, Lena, Emprego feminino: o que há de novo e o que se repete., Rio de Janeiro, DADOS – Revista de Ciências Sociais, Vol. 40 no. 1, 1997, 00. 41 a 67.
LOPES, José Sérgio Leite. O Vapor do Diabo: O Trabalho dos Operários do Açúcar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976. caps. I e II.
OLIVEIRA, Eurenice, Processo de trabalho e “toyotismo” no Japão, in. Toyotismo no Brasil: desencantamento da fábrica, envolvimento e resistência. São Pulo: Expressão Popular, 2004.
RAMALHO, Ricardo José, Precarização do trabalho e impasses da organização coletiva no Brasil, In., Neoliberalismo, trabalho e sindicatos: reestruturação produtiva no Brasil e na Inglaterra, São Paulo: Boitempo editorial, 2002., (pp 85 – 114)
TAYLOR, Frederick. Princípios de Administração Científica. São Paulo: Atlas, 1990.
WOMACK, James; JONES, Daniel & ROOS, Daniel. A máquina que mudou o mundo. 13a. ed. Rio de Janeiro : Campus.

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